Vamos falar sobre DeadLight Director's Cut


Produções com zumbis existem aos montes, principalmente depois que a era "Crepúsculo" passou, dando um fim as obras com vampiros, e graças a TWD, os zumbis acabaram com a onda de vampiros que brilham no sol.

Junto com essa onda, o mundo dos games lotou com os mortos-vivos e criaturas parecidas,  mas como a maioria tem sempre usado a mesma fórmula e poucos realmente inovam, alguns títulos passam completamente desapercebidos. Um deles, que eu não ouvi falar muito e de início até achei que me decepcionaria, é o Deadlight.

Procure por sua família enquanto despista zumbis



Lançado em 2012 para PC, Xbox e em 2016 uma versão do diretor para Ps4 e Xbox One, o jogo acompanha a trajetória de Wayne, um homem que tem que atravessar um mundo cheio de mortos-vivos para encontrar sua esposa e filha.

Tudo consiste em ir de um ponto a outro passando por diversos obstáculos,  resolvendo puzzles e criando estratégias para contornar a situação, enquanto foge de zumbis.

Todos contra um

 
Eu achei o jogo bem diferente, não por causa da trama, já que ela segue a premissa de um cara tentando sobreviver em uma cidade desolada, infestada por zumbis. Mas, ao invés de um combate com diversos tipos de armas, você tem que usar de inteligência e estratégia, aproveitando de quinquilharias do cenário e caminhos alternativos para não acabar sendo devorado. Aqui temos três blocos pequenos que indicam o sangue do personagem e uma barra de estamina que acaba bem rápido, então, não conte com elas, muito menos com seu arsenal de armas, porque eles demoram para aparecer, e ainda, acabam rápido (então não vá sair atirando para tudo que é lado :p). 

E por falar no uso de armas, as armas brancas também não são muito confiáveis, principalmente o machado (que por um tempo, pode ser considerado a principal arma do personagem), que só serve para abrir caminho e não mata os zumbis, além de acabar com a sua estamina. A outra é um estilingue, mas ele não serve para um combate.

Não posso deixar de citar o que mais me agradou no jogo, e que pode ser considerado seu diferencial. De início, eu não sabia que um jogo 2D pudesse carregar a mesma carga emocionante dos 3D, mesmo sem cutscene (na verdade, elas são pinturas estáticas com legendas, tudo mais parecido com a geração 16 bits). De tudo no jogo, o que me desagradou um pouco foi o fato de ser tão escuro, que em alguns cenários é quase impossível você enxergar o personagem.

E aí?!


Enfim, Deadlight é um jogo bom por ter os melhores de duas gerações, como se fosse a junção de Prince Of Pérsia e Assassin's Creed com The Walking Dead e The Last Of Us.  E mesmo com alguns momentos injustos, é um jogo bom, frenético e viciante.

Galeria










































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