Vamos falar sobre Tomb Raider: A saga da máscara da Medusa


Apesar de diversos games terem estórias dignas de filme, poucos jogos tiveram uma mitologia interessante e bem desenvolvida a ponto de funcionar bem em outras mídias, como o clássico Tomb Raider. Claro, sempre vão existir aqueles fãs mais conservadores, que vão preferir a versão original dos consoles. Mas isso não significa que Lara não impressiona em outros lugares, como nas HQs, que é o caso de "Tomb Raider - A saga da máscara da Medusa".

E a aventura da vez é?

Lançada em 2001 pela Devir, essa aventura começa quando Lara recebe uma missão de encontrar a lendária máscara da Medusa e entregá-la a um grande criminoso. Porém, o artefato havia sido roubado de seu paradeiro original, e a caçada por ele leva a nossa querida arqueóloga ao encontro de velhos amigos e ao confronto de uma conspiração que envolve seu passado.


Dos videogames para as revistas

Lara Croft sempre esbanjou beleza, coragem e sensualidade e dessa vez não poderia ser diferente. Nela você vê que ninguém supera a heroína quando se trata de encontrar uma saída para a situação. Contudo, o roteiro foca bastante no lado humano dela, que apesar de tanta destreza, carrega uma tristeza enorme que poucos conhecem. O melhor de outras mídias é que podem humanizar mais os personagens, coisa que nem sempre os jogos fazem com eficácia. Apesar de levar "Saga" no título, esse arco chega ser bem rápido, sendo que poderia ser um pouco complexo e mais aprofundado.

Como eu comentei no começo do texto, poucos games se encaixariam tão bem em outras mídias e Tomb Raider é um deles. Com um enredo de mistério, exploração e perseguição, a HQ consegue misturar elementos de Indiana Jones e 007, mas com um toque feminino, sendo uma leitura divertida e envolvente quase obrigatória para os fãs.

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